De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure.

― “Soneto de Fidelidade”, Vinicius de Moraes. (via oxigenio-dapalavra)
Vírgulas
são suspiros
do poeta.
Felipe Bueno. (via declamador)
Olhos vagos dizem: há vagas.
Chaos  (via conjulguei)
Depois da Tempestade vem o Wolverine.
E eu vou guardar tuas manias e teus erros, teus trejeitos e as covinhas ao rir.
― Clarice Falcão. (via defectss)